Adventury é um painel de auditoria para quem gere tráfego pago de outras pessoas. A pergunta que ele responde não é “quanto vendeu” — é “esse número é confiável, e por quê”.
Conta, campanha, conjunto de anúncios e anúncio. Cada nível é coletado da plataforma separadamente, e não derivado por soma do nível de baixo — porque alcance conta pessoas únicas, e a mesma pessoa alcançada por dois anúncios do mesmo conjunto conta uma vez no conjunto e duas na soma dos anúncios. Só a plataforma deduplica.
A árvore vem das dimensões, não dos números: um conjunto pausado que não gastou nada continua aparecendo, com zero. É exatamente ele que se procura quando a veiculação para.
Mensagem, clique no link, formulário, compra, visualização de conteúdo, instalação — cada uma com nome próprio. A plataforma reporta a mesma ação com mais de um rótulo, e somar todos conta duas vezes. Aqui cada tipo tem um papel: só os canônicos entram no total, e os agregados e sinônimos ficam visíveis, sem inflar a conta.
As plataformas reescrevem o passado. Quando o número de um dia muda, o painel guarda o antes, o depois e a causa provável — conversão tardia, mudança de janela de atribuição, reprocessamento, correção de gasto. É o que responde “por que o relatório de terça está diferente do que eu mandei na terça”.
Três classes, e a distinção é o que separa um painel correto de um que mente com confiança:
O acesso é por endereço, com o identificador do cliente na URL — nunca por um cliente “selecionado” guardado em cookie, que é como se abre a tela errada sem perceber. A separação é imposta pelo banco de dados, por política de linha, e não apenas pela aplicação. Um usuário pode ter vários clientes, e vários usuários podem acessar o mesmo cliente, com papéis diferentes.
Pausar, retomar e alterar orçamento existem — mas passam por plano, revisão e confirmação explícita, com registro imutável de quem mandou o quê. A escrita nasce desligada e continua desligada até alguém a ligar deliberadamente.